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Cachimbo de Água

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O mesclado silêncio

Francisco Luís Fontinha 27 Jan 16

O mesclado silêncio do pensamento

Nas palavras proibidas,

O amor vergado no vento,

O amor dançando no jardim das esmeraldas cinzentas,

A paixão envergonhada

Nas mãos sofridas,

O mesclado silêncio voando na madrugada

Sem perceber o desejo que alimentas,

E em mim a desilusão de habitar o teu olhar,

Sofrer como sofro em cada livro perdido,

O mesclado silêncio adormecido

Nas catacumbas do luar,

E sendo assim,

As esmeraldas no meu jardim,

Sem cansaço nem avareza

Para disfrutar de tanta riqueza…

 

Francisco Luís Fontinha

quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016

2 comentários

De Júlia Tigeleiro a 28.01.2016 às 12:37

E não fosse o amor o sentimento mais nobre que existe...ele habita em tudo o que nos rodeia, tenhamos nós olhos e sentidos bem apurados para o detetar...!Lindo o poema.

De Francisco Luís Fontinha a 28.01.2016 às 19:35

Bem-vinda ao blogue. Obrigado pelo comentário.
Abraço,
Francisco

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