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Cachimbo de Água

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O regresso dos papeis do sono

Francisco Luís Fontinha 22 Jan 16

Vem de longe o teu regressar

Sem regressares

Aos meus frágeis braços,

Deixaram de existir beijos

Nos meus tempestuosos lábios embrulhados na noite,

E mesmo assim…

A noite incomoda-me,

Tenho medo das suas garras

Enquanto espero o sono,

Sentado numa cadeira invisível

E sonolenta,

Vem de longe… o teu regressar ao meu corpo moribundo.

 

Francisco Luís Fontinha – Alijó

sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016

2 comentários

De Anónimo a 28.01.2016 às 12:39

Lindo...

De Francisco Luís Fontinha a 28.01.2016 às 19:35

Obrigado!
Francisco

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