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Cachimbo de Água

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Abraço

Francisco Luís Fontinha 21 Mar 11

Abraço-me à noite que vejo nascer

Entre sorrisos e distâncias indeterminadas,

Entre sonhos e veredas renascer

Das cinzas apagadas.

 

Abraço-me à tua sombra em Belém jardim

Que me viu sofrer, chorar…

Ai medo que se apoderou de mim

Quando eu corria para o mar…

 

Abraço-me. E num abraço meu

Vejo a noite caminhar,

E aos poucos, no infinito céu

 

A luz que na minha sombra vem adormecer,

Corro, corro sem parar,

Com medo de morrer!

 

 

 

Luís Fontinha

Alijó/Portugal

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