Blog de Luís Fontinha. Nasceu em Luanda a 23/01/1966 e reside em Alijó - Portugal desde Setembro de 1971. Desenhador de construção civil, estudou Eng. Mecânica na ESTiG. Escreve, pinta, apaixonado por livros e cachimbos...

31
Ago 11

Infinitamente só,

 

Nas palavras que oiço

E deixo de perceber o significado,

Filho, pai, mãe,

Amor, amo-te,

 

Infinitamente só,

 

Nas palavras que oiço

Dos dias que caminham sem parar,

Só, infinitamente só,

Em palavras que se afogam no mar,

 

Infinitamente só,

 

Nas palavras que se despedem da madrugada

E me olham como se eu fosse um monstro marinho,

E de uma folha de papel amarrotada

As palavras que oiço enquanto caminho…

 

Infinitamente só!

publicado por Francisco Luís Fontinha às 10:38

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