Blog de Luís Fontinha. Nasceu em Luanda a 23/01/1966 e reside em Alijó - Portugal desde Setembro de 1971. Desenhador de construção civil, estudou Eng. Mecânica na ESTiG. Escreve, pinta, apaixonado por livros e cachimbos...

11
Jul 13

(Tradução Turca do meu poema por Abdullah Bahadır)


bana hiç dönüşlerinde söz
beslenen bana kalpleri kum
göğsüne şiirsel guardavas ... o ve küçük yaprakları
bana söyledi her yılın sonunda ölen tüm takvimler
ve öper bu.

küçük buluşlar yetiştirilmiştir
kağıt kanatlı çocuklar vardı
ve gizli arka bahçelerinde oynayabilir
ve veda ...
Ben muz bir grup bir önlük oturma ... ile son kez gördüğümde
sorrias
ve geri dönmek için asla kendimi absented ,

Kendinizi çocuklarla dolu düşünün
bir parkta bankta
çocuklarınızın bir (varsa) biz ne yaparken ... ya da slayt yanında
biz ağlamaklı dudakları bir dizi asılı uçurtma hayal ...
ve tüm aşağı gitmesi bekleniyor ikindi bulutları

Eğer deniz Vestias
boyun gelgit bağları ... ile
desenhaste sabah ışığında bir öpücük ...
ve arzu sonsuz uyanış doğru sola
uykuya düştü
ve şimdi sürekli ... Eski ahşap kasalar enkazı arasında da gölge deneyin ...

(não revisto)
@Francisco Luís Fontinha
foto: A&M ART and Photos........O amigo poeta, poesia bonita, eu sou a tradução turca.

publicado por Francisco Luís Fontinha às 23:43

foto: A&M ART and Photos

 

Prometeste-me viagens sem regresso

alimentaste-me de corações de areia

e pequenas pétalas poéticas que guardavas junto ao peito...

dizias-me que todos os calendários morriam no final de cada ano

e que os beijos

eram pequenas invenções dos crescidos

éramos crianças com asas de papel

e brincávamos em quintais clandestinos

e quando da despedida...

vi-te pela última vez com um bibe sentada sobre um cacho de bananas...

sorrias

e eu me ausentava para nunca mais regressar,

 

Imagino-te recheada de filhos

num banco de jardim

ou junto ao escorrega enquanto uma das tuas crianças (se as tens) fazem o que fazíamos...

sonhávamos com papagaios de papel suspensos num cordel de lábios lacrimosos...

e esperávamos que descessem todas as nuvens dos finais de tarde,

 

Vestias-te de mar

com laços de maré ao pescoço...

desenhaste um beijo na luminosidade da manhã...

e parti em direcção ao infinito despertar dos desejos

adormeci

e hoje incessantemente... procuro a tua sombra entre os destroços dos velhos caixotes em madeira...

 

(não revisto)

@Francisco Luís Fontinha

publicado por Francisco Luís Fontinha às 22:17

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