Blog de Luís Fontinha. Nasceu em Luanda a 23/01/1966 e reside em Alijó - Portugal desde Setembro de 1971. Desenhador de construção civil, estudou Eng. Mecânica na ESTiG. Escreve, pinta, apaixonado por livros e cachimbos...

13
Jul 13

fotoğraf,A&M ART and photos

 

*
Sesini duyduğum dayandırarak ediyorum
size asla sözlerin bana deli gibi aşık
hiç okumak
veya okumak için planı ...
Ben özlem metaforik uçuruma karşı gidiyorum
zaman göğüs bir hançer sessizlik sopa ...
göğüs çiçek ... şimdiye kadar benim parmak söndürülür
uyumak için bir fırça olarak ... kirli su bir kavanoza daldırma
korku döner
açık sabah çizimler
ağzınıza yemek
Bilmiyorum ...
Eğer öptü asla
sizin öpüşme gibi hissetmiyorum ...
kuş öpücük neden
sabah kasvet üzerinde martılar ve hayaletler kum ...
*
Sesini dayandırarak ediyorum
ve dudaklar ...
*
Ne kadar okumak

Okumayı düşünmüyoruz
yazmak
ya da gece siyah giymiş zaman aşağı çekmek ...
ben ... Saçınızın besleyici olarak Mart Lokumu ..
*
Bu yemek asla
veya ... sevgi dolu.
*
(düzeltilmemiş)
@ Luis Francisco Fontinha

traduzido para Turco por: Abdullah Bahadır

publicado por Francisco Luís Fontinha às 23:09

foto de: A&M ART and Photos

 

Me vou alicerçando à tua voz que nunca ouvi

apaixonei-me loucamente pelas tuas palavras que nunca

que nunca li

nem pretendo ler...

 

Me vou contra o abismo metafórico da saudade

quando um punhal de silêncio se espeta no teu peito...

no teu peito em flor... que nunca saciou os meus dedos

como um pincel em modo de pausa... mergulhado num frasco com água suja

que se transforma em medo

os desenhos límpidos da manhã

comem a tua boca

que não conheço...

que nunca beijei

que não me apetece beijar...

porque não beijo pássaros

gaivotas e fantasmas de areia sobre a penumbra madrugada...

 

Me vou alicerçando à tua voz

e aos teus lábios...

 

Que nunca li

 

Que não pretendo ler

escrever

ou desenhar quando descer sobre ti a noite vestida de negro...

me vou... alimentando dos teus cabelos como Delícias do Mar...

 

Que nunca vou comer

ou... amar.

 

(não revisto)

@Francisco Luís Fontinha

publicado por Francisco Luís Fontinha às 21:37

foto de: A&M ART and Photos

 

Escrevi-te imensas vezes enquanto percebi a tua ausência, elas, as palavras que dormiam no papel perfumado, amontoavam-se sobre a mesa da sala de jantar, e quando chovia, da rua chegavam até nós pequenas migalhas de lágrimas, havia poéticos sons suspensos nas paredes encarnadas do velho apartamento da rua das flores, inventavas-me quando eu nunca existi para ti, ou em ti, ou dentro de ti,

Era um homem só, tu dormias incessantemente como se fosses o sono, e apenas em frente ao espelho do guarda-fato, confessavas que me amavas,

Amo-te meu querido,

Nunca acreditei nas nuvens, nem nas flores que davam o nome à rua onde habitávamos, nem nas palavras que ia deixando num pequeno post-it, tinhas nas olheiras os livros deixados na casa de Favarrel, dançavas quando te sentavas sobre o meu colo rochoso, imaginava-te como gaivota ensaiando voos na claridade do espelho da vaidade, vestias-te como um príncipe eterno de mãos canelares e braços adormecidos pelo vento desgovernado que regressava de ontem,

Amo-o,

Não sei o que foi o amor, perdi-te enquanto dormíamos num quarto de pensão inventado nas catacumbas do silêncio, ouviam-se os sons melódicos da menina de sorriso

(o mais lindo sorriso)

Chique e bela, como, amo-o, chique e bela como as ondas quadriculadas do mar que brincava no caderno de matemática, o sorriso engraçava-lhe as curvas crepusculares do corpo esculpido no desejo, sobre o pedestal do velho mar, uma língua de areia com sonhos de solidão desciam-lhe do cabelo camuflado por alguns poemas..., (o mais lindo sorriso), as imagens reflectiam-se-lhe nos seios de pétala branca, sobressaiam-lhe as sombras do soutien de papel que retirava e deixava simplesmente cair sobre as pequenas gotículas de suor, havíamos combinado resistir à tentação de sermos absorvidos pelo oceano..., levado, comido, nas ondas sem currículo, e mesmo assim, resistimos ao fantasma com olhos de cristal,

Amo-te meu querido,

Chique e bela, o sorriso... o mais brilhante do eterno desejo, amo-o, e da rua das flores, hoje, ela, o perfume, as gotículas de suor entre as ranhuras das pequenas pedras da calçada, ela é bela, ela é... e ele entre o primeiro

Amo-o,

E

E ela depois do segundo sorriso..., chique e bela, de sorriso semeado em lençóis de linho, havia uma estrela, bordada pelas mãos dele, enquanto, ela, ele, semeavam suspiros à janela da noite...

Amo-o, amo-a, desejando-os como telas clandestinas no cavalete de um pintor, louco, estrábico..., ele e ele, ela,

Amo-os,

Chique e bela, como todas as madrugadas dos teus olhos, poéticos e melódicos...

 

(ficção não revisto)

@Francisco Luís Fontinha

publicado por Francisco Luís Fontinha às 20:04

foto: A&M ART and Photos

 

salivas-me às gotículas meninas da árvore da tempestade

sabia-te mergulhada nas fantasias mistas dos vidros das portas ensonadas

como mentiras envenenadas

pelos fotões invisíveis da pele sílaba que rompem dos teus grossos lábios

de simples tiras finas de cascatas em vibração até terminarem no rio do desejo criança...

envenenas-me com o teu olhar mesmo sabendo eu que sou uma pedra

uma rocha mingua nua e contígua à claridade da cidade adormecida

e dos livros de chocolate adivinham-se-me tentáculos de silício entre raízes nocturnas,

 

Ruas com cérebro de teias de aranha

“putas” descabidas nas profundidades da carne apodrecida

velhos rezando o terço enquanto uma flor se masturba nos infinitos versos sem sentido

porque diz-se hoje aquilo que amanhã deixa de existir

escrevem-se palavras vindo depois desdizer-se como não escritas

e os olhos testemunham os silêncios do pedestal

onde habitas como estátua

e choras porque hoje é sábado e todos as horas morrem depois da tarde entrar em ti,

 

Os teus orgasmos descem da lisa pele de uma imagem a preto-e-branco

como ontem dizias-me que a loucura entrava-nos depois de rolarmos calçada abaixo

e o Tejo abraçava-nos e o Tejo ouvia-nos na escuridão dos veleiros ensanguentados

a enrolarmos charros de areia e sentávamos-nos sobre as pernas de um vulto à procura

de pálpebras e corações apaixonados...

um petroleiro entrava em ti e de mim... e de mim fios de sémen suicidando-se

na árvore da insónia

como panos de chita à volta das tuas coxas de menina perdida no rio da noite...

 

(não revisto)

@Francisco Luís Fontinha

publicado por Francisco Luís Fontinha às 18:55

foto: A&M ART and Photos

 

Sentia-te nos meus pobres sonhos como uma andorinha

sabia-te dentro de um círculo de luz

sentindo-te camuflares-te a mim ente poemas e versos

palavras e conversas sem significado,,,,

encontrava-te nas veias a saliva da manhã

quando acordavas nos meus braços despedidos do ontem

amava-te pensava eu

sabendo que os úmeros são conversas de loucos

apaixonados por flores carnívoras em dente de marfim

adorava-te como adoro o sol a noite e os orgasmos dispersos como manhãs...

e tu nos meus braços

desaparecias como testemunhas de cadáveres envenenados pelo amor...

 

(não revisto)

@Francisco Luís Fontinha

publicado por Francisco Luís Fontinha às 02:44

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