Blog de Luís Fontinha. Nasceu em Luanda a 23/01/1966 e reside em Alijó - Portugal desde Setembro de 1971. Desenhador de construção civil, estudou Eng. Mecânica na ESTiG. Escreve, pinta, apaixonado por livros e cachimbos...

27
Nov 12

As mortas mãos da insónia

prisioneiras do meu silenciado peito

da dor

o odor suspeito

de uma flor em decomposição,

 

As mortas mãos

coitadas em esqueletos coração

da flor

o amor

que o desejo tece no tecto da paixão.

 

(poema não revisto)

publicado por Francisco Luís Fontinha às 13:56

Novembro 2012
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