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Cachimbo de Água

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Barcos sem rumo

Francisco Luís Fontinha 25 Mai 11

Os barcos suspensos no sorriso da maré

E na espuma que o mar constrói

As gaivotas que se passeiam pela manhã

E das asas, das asas pingos de chuva

 

Brincam com as nuvens.

Os barcos enrugados na tempestade

E o corpo de um menino balança

No convés dos dias intermináveis

 

Cansativos e os barcos sem rumo

Presos ao cascalho do cais

Em silêncios cadentes

Na espuma que o mar constrói.

 

 

Luís Fontinha

25 de Maio de 2011

Alijó

2 comentários

De Treza@blogs.ao a 25.05.2011 às 17:10

Os significados possíveis, prováveis e não só, espreitam de cada expressão nunca inocente no cervo de significados...

De Francisco Luís Fontinha a 26.05.2011 às 11:39

Obrigado Teresa!
Às vezes a vida dá-nos caminhos muito difíceis para a nossa caminhada, nós culpamos a vida, mas talvez sejamos nós próprios a construir alguns desses caminhos, mas uma coisa é certa, temos de acreditar que amanhã será um novo dia e com ele acordará o sorriso so sol. E eu ainda não perdi a esperança.

Abraço
Luís

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