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Cachimbo de Água

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Não vou desistir

Francisco Luís Fontinha 18 Mar 11

Amo-te quando me deito na solidão

E acordo no desespero,

Amo-te na madrugada

Quando em mim acorda a tua mão

 

E no meu rosto vai poisar

O delírio do mar,

 

Amo-te como és

E como foste

E como serás no futuro…

 

Amo-te quando me chamas de parvo

Ou apareces de surpresa no meu coração,

E lá fora cai a chuva

E em mim nasce um nuvem escura,

 

E mesmo debaixo da tempestade

Em que se transformou o meu viver…

Amo-te;

E o amor dá-me vontade de gritar,

 

E bem alto dizer,

Não vou desistir.

 

 

Luís Fontinha

18 de Março de 2011

Alijó/Portugal

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