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Cachimbo de Água

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Horas de desespero

Francisco Luís Fontinha 22 Mar 11

São horas de desespero

As minhas mãos prisioneiras na madrugada

Eu em lágrimas

Eu sem forças para acordar,

Eu que me escondo na sombra

Dos lábios encarnados

E as horas de desespero à minha espera

Junto ao nada.

 

 

Luís Fontinha

22 de Março de 2011

Alijó/Portugal

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