Blog de Luís Fontinha. Nasceu em Luanda a 23/01/1966 e reside em Alijó - Portugal desde Setembro de 1971. Desenhador de construção civil, estudou Eng. Mecânica na ESTiG. Escreve, pinta, apaixonado por livros e cachimbos...

13
Jul 13

fotoğraf,A&M ART and photos

 

*
Sesini duyduğum dayandırarak ediyorum
size asla sözlerin bana deli gibi aşık
hiç okumak
veya okumak için planı ...
Ben özlem metaforik uçuruma karşı gidiyorum
zaman göğüs bir hançer sessizlik sopa ...
göğüs çiçek ... şimdiye kadar benim parmak söndürülür
uyumak için bir fırça olarak ... kirli su bir kavanoza daldırma
korku döner
açık sabah çizimler
ağzınıza yemek
Bilmiyorum ...
Eğer öptü asla
sizin öpüşme gibi hissetmiyorum ...
kuş öpücük neden
sabah kasvet üzerinde martılar ve hayaletler kum ...
*
Sesini dayandırarak ediyorum
ve dudaklar ...
*
Ne kadar okumak

Okumayı düşünmüyoruz
yazmak
ya da gece siyah giymiş zaman aşağı çekmek ...
ben ... Saçınızın besleyici olarak Mart Lokumu ..
*
Bu yemek asla
veya ... sevgi dolu.
*
(düzeltilmemiş)
@ Luis Francisco Fontinha

traduzido para Turco por: Abdullah Bahadır

publicado por Francisco Luís Fontinha às 23:09

13
Jun 13

foto: A&M ART and Photos

 

Também como eu, ele perdido nas aranhas nauseabundas das flores campestres que alguém resolveu trazer do interior mais longínquo à aldeia deixada ficar adormecida na montanhas dos cabelos castanhos, os olhos vestiam-se-lhe de púrpura como restos de comida transformados em vestidos de gala, nos lábios um leve sorriso a bâton em tom de encarnado, sobre as mandíbulas coxas um exuberante perfume de areia com sabor a hidratos de carbono, e quando lhe pedia para me emprestar o isqueiro, com voz de rinoceronte, dizia-me... há muitos a vender no café,

Claro que havia, também havia lâminas de vodka embalsamadas em colheres de sopa, sem sopa, como tinha a hora marcada para o temido xarope para a tosse, o médico que era dos cigarros, eu, não, para mim o problema estava na poluição que se fazia sentir à nossa volta, e bastava darmos as mãos, descer a calçada... e uma pasta negra começava a ser expelida através das narinas...

Claro que isto é poluição dizia-me ela,

E eu quando regressava às consultas queixa-me ao meritíssimo doutor que o meu problema era devido à poluição, e ele, olhava-me, olhava-me... e entre dentes

Tem juízo rapaz, e deixa os cigarros,

Trezentos corações de argila perdidos pela cidade dos sonhos, confesso, hoje, que nada me faz recordar os jardins dos teus olhos, aqueles que me olhavam à distância, e eu, dentro de um cavalo de ferro em direcção a um rio sem nome, ia-me perdendo, aos poucos caiam-me os dentes de leite, e quando assentei arrais sobre as laje verticais em pequenas folhas de alumínio, minúsculas, às vezes tremendo de frio quando na rua a temperatura rondava os quarenta graus centígrados, e curiosamente, vestia-me com o sobretudo castanho e sentava-me num banco do velho jardim à espera que regressassem os barcos vindos do outro lado da avenida, cansado, sentia-me perdido dentro de uma caixa de fósforos, e

E eu quando regressava às consultas queixa-me ao meritíssimo doutor que o meu problema era devido à poluição, e ele, olhava-me, olhava-me... e entre dentes

Tem juízo rapaz, e deixa os cigarros,

(olho-os)

E no meio do caos, sobre tijolos de argila, o amor surge como asas de uma gaivota regressada do distante Tejo, um homem e uma mulher, beijam-se enquanto um deles segura a Bandeira Turca, tamanha beleza é pouco, e é mais do que isso, é poesia, é loucura, é a paixão... e firmemente espera pela chegada do dia, da liberdade, e não há prisão que acorrente a paixão e o amor,

Porque os sonhos dos trezentos corações de argila, saltitam sobre as árvores em redor da Praça Taksim, e o prazer estremece os amedrontados, e excita os velozes homens e mulheres, destemidamente livres como os pássaros de Favarrel – Carvalhais – S. Pedro do Sul, e

(olho-os)

“Também como eu, ele perdido nas aranhas nauseabundas das flores campestres que alguém resolveu trazer do interior mais longínquo à aldeia deixada ficar adormecida na montanhas dos cabelos castanhos, os olhos vestiam-se-lhe de púrpura como restos de comida transformados em vestidos de gala, nos lábios um leve sorriso a bâton em tom de encarnado, sobre as mandíbulas coxas um exuberante perfume de areia com sabor a hidratos de carbono”..., e descobri o verdadeiro amor que vive na cidade dos rios de prata...

 

(não revisto)

@Francisco Luís Fontinha

publicado por Francisco Luís Fontinha às 23:48

Junho 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
13
14
15

17
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO